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Sétimo lugar de Albuquerque em Le Mans não traduz performance

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O sétimo lugar final alcançado por Filipe Albuquerque nas 24 Horas de Le Mans não traduz o desempenho do piloto português na prova que este fim-de-semana se disputou no mítico traçado de La Sarthe.

Por várias vezes Albuquerque esteve nas posições cimeiras da corrida, batendo recordes de volta e chegando mesmo a liderar, só que problemas no Audi R18 e-tron quattro n.º 9 – que dividiu com Marco Bonanomi e René Rast – acabaram por custar minutos preciosos nas boxes a pouco mais de três horas do final.

“O sentimento é dúbio. Por um lado feliz porque acho que fiz um excelente trabalho assim como os meus companheiros de equipa. Demos o nosso melhor, estivemos sempre nos lugares da frente e entre os mais rápidos e isso é um orgulho”, começa por dizer o piloto de Coimbra.

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“Por outro, sinto tristeza por ver todo o trabalho foi deitado por terra nas últimas horas com problemas no motor hibrido que são alheios aos pilotos mas frequentes numa prova com estas características”, prossegue.

“O factor sorte não esteve do nosso lado, mas isso não nos tira o mérito daquilo que conseguimos fazer. Ter finalmente entrado em prova e ter chegado ao final já é uma grande vitória. O primeiro lugar chegará, certamente, a seu tempo”, acrescenta Filipe Albuquerque.

.Depois desta prova a Audi e o piloto português vão dar início à preparação da edição 2016 da prova ao mesmo tempo que Filipe vai continuar a disputar o European Le Mans Series com o intuito de conseguir chegar ao título, feito que lhe escapou o ano passado.

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