Fórmula 1

George Russell sem razões para não continuar na Williams

Numa altura em que se questiona a continuidade de Valtteri Bottas na Mercedes, o nome de George Russell surge no meio da especulação que aponta para possíveis substitutos do finlandês. Mas o jovem britânico acha que não há razões para uma saída da Williams.

A equipa de grove continua na causa do pelotão da Fórmula 1, Russell é um protegido da Mercedes e é apontado como um dos para suceder a Bottas na equipa que tem dominado na disciplina nos últimos anos, a par com Esteban Ocon.

Não obstante ser o único piloto ainda ‘em branco’ no campeonato do Mundo de pilotos – o seu companheiro de equipa – o piloto britânico tem-se mostrado constantemente rápido em treinos e em qualificação, batendo Robert Kubica frequentemente. Só um carro pouco competitivo o tem impedido de terminar uma prova no top dez, como já sucedeu uma vez com o polaco.

Tendo assinado um contrato de vários anos com a Williams, Russell diz que não vê razões para deixar a equipa de Grove: “Popr acaso foi Claire (Williams, a diretora da equipa) que disse que assinei um contrato de três anos. Por isso, a menos que algo de drástico aconteça não vejo razões porque não vou continuar onde estou por mais dois anos”.

Para o campeão de Fórmula 2 e de GP3 em 2016 uma mudança para a Mercedes pode acontecer mais à frente na sua carreira, pelo que é algo que não o preocupa. “Sei que a Mercedes, desde que eu tenha boas performances, me vai apoiar, o que me deixa à vontade como piloto, porque posso concentrar-me totalmente no trabalho que tenho em mãos”, reitera.

O facto da Williams ser uma equipa do fundo da tabela não é impeditivo para George Russell que mostre o que pode fazer com o material que lhe é disponibilizado e a Mercedes tem isso em conta: “Se tiver um mau fim de semana não se vão zangar comungo. Oferecem-me apoio e conselhos para não voltar a estar na mesma situação”.

“É uma boa forma de fazer as coisas. Desde que faça o meu trabalho eles vão dar-me a oportunidade de me concentrar no trabalho. Penso que estou nas melhores mãos possíveis em toda a grelha”, conclui o jovem piloto britânico.

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