TV

Vídeo: Penálti ou “assalto à mão armada”?

O árbitro Mark Geiger marcou um penálti, contra o Panamá, tão anedótico que Guardado chegou a pensar em falhar de propósito. Decorria o minuto 89 da meia-final da Gold Cup e o Panamá jogava com menos um. Mas o mexicano marcou mesmo, empatando o desafio.

O árbitro norte-americano Mark Geiger lesionou a credibilidade da Gold Cup ao marcar um penálti contra o Panamá, quando esta seleção jogava com dez, aos 89 minutos da meia-final.

A polémica seria ‘normal’ se tivesse sido penálti. Porém, a decisão foi tão anedótica que o mexicano chamado a cobrar a falta, Andrés Guardado, chegou a pensar em falhar propositadamente.

“Isto foi um grande roubo, um assalto à mão armada”, acusou o técnico panamiano, Hernan Dario Gomez: “É algo muito triste de se dizer, mas fomos roubados”.

O Panamá, que teve Luis Tejada expulso aos 25 minutos, pondera mesmo nem se apresentar para o jogo de atribuição do terceiro lugar da Gold Cup.

“O árbitro cometeu um erro monumental e, por causa disso, todo o nosso esforço foi por água abaixo. Em certos momentos do jogo pensei em retirar-me do futebol e mesmo alguns jogadores não queriam continuar em campo”, revelou Dario Gomez.

Quando o juiz norte-americano assinalou penálti por mão na bola, depois de Roman Torres ter caído de costas sobre o esférico, até os mexicanos ficaram incrédulos.

“Foi doloroso e cheguei a pensar em rematar para fora. Porém, sou um profissional. Também me lembrei que já estive do outro lado. O futebol às vezes dá-te e às vezes tira-te. Se é penálti ou não, não nos cabe decidir”, justificou Andrés Guardado, o mexicano chamado a cobrar a falta.

A decisão foi tão contestada pelo Panamá que o jogo esteve interrompido durante cerca de dez minutos. Com o reatamento, o México empatou (na conversão do famoso penálti) e acabou por ganhar 2-1 nos descontos, indo defrontar a Jamaica na final.

https://www.youtube.com/watch?v=wWOkVgcGFdw

3Shares

Mais partilhadas da semana

Subir