Fórmula 1

Uma fuga hidráulica no Mercedes ameaçou a prova de Lewis Hamilton em Montreal

A Mercedes apanhou um ‘susto’ a poucas horas do começo do Grande Prémio do Canadá de Fórmula 1 devido a uma fuga hidráulica no monolugar de Lewis Hamilton.

O problema foi agora confidenciado pelo chefe da equipa, Toto Wolff, que adiantou que mal foi detetado obrigou “uma reconstrução quase completa do carro”.

Segundo o austríaco pairou mesmo a incerteza sobre a participação do Campeão do Mundo na prova de Montreal. Isso impediria certamente Hamilton de obter o seu quinto triunfo da época e a equipa o sétimo êxito da época.

Via redes sociais Andrew Shovlin, engenheiro de corrida do piloto inglês, explicou em detalhe o problema: “Este apareceu depois das qualificações. Levantamos o carro e constatamos que havia óleo no chão. Havia uma fuga num sítio qualquer. Também vimos pela telemetria que pedíamos pressão hidráulica”.

“O problema é que os carros estavam em regime de Parque Fechado e não estávamos autorizados a mexer no monolugar durante a noite. Tivemos de esperar por domingo de manhã para ter acesso ao carro. Debruçamos nos sobre a Unidade de Potência e seguimos a fuga até ao acionador do acelerador”, explicou o técnico inglês.

Shovlin diz que a equipa pediu então autorização para mudar o elemento do sistema hidráulico, acrescentando: “O trabalho consequente e o ‘timming’ foi à justa para levar o carro para a grelha de partida. Quando se tem uma fuga perde-se tempo para a encontrar, identificar”.

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