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Presidente defende “coesão da equipa” que enfrenta o Covid-19

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje importante “haver coesão da equipa e não propriamente modificações” durante a batalha contra o novo coronavírus, afirmando que até agora “houve uma capacidade de resposta bastante, suficiente e positiva”.

Marcelo Rebelo de Sousa, acompanhado pela ministra da Saúde, esteve esta tarde, sem comunicação social, no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, para visitar três doentes infetados com o novo coronavírus, tendo visto estes pacientes “através de um ecrã e falando com eles por intercomunicador”.

Depois desta visita, o Presidente da República esteve na sessão de encerramento de uma conferência promovida pelo Público no âmbito dos 30 anos do jornal, em Lisboa, tendo sido questionado sobre a nomeação feita pelo Governo de um novo conselho de administração para os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), entidade responsável pela Linha SNS 24, durante o surto do novo coronavírus.

“Eu não gosto de me pronunciar sobre questões de natureza administrativa”, começou por responder.

No entanto, Marcelo Rebelo de Sousa destacou que “a equipa que está a enfrentar esta realidade e esta epidemia” o está a fazer “24 horas por dia”, “num desgaste muito grande”.

“É uma equipa que porventura vai sendo reforçada no tempo, mas que eu percebo que se tente ao máximo evitar que haja grandes modificações e grandes alterações quando se está a travar uma batalha ou um conjunto de batalhas continuas desta envergadura. É importante, o mais possível, haver a coesão da equipa e não propriamente modificações da equipa num momento que é um momento que ainda não sabemos quando terminará”, defendeu.

Perante a insistência dos jornalistas, o chefe de Estado escusou-se a pronunciar sobre situações concretas, referindo apenas que “tudo o que vai sendo feito é com a preocupação de manter o espírito de corpo, a unidade global da equipa e a resistência da equipa”.

“Até agora, para os desafios que tivemos, houve uma capacidade de resposta bastante, suficiente e positiva”, afirmou.

Para Marcelo Rebelo de Sousa, “vai ser muito positivo quando os portugueses começarem a ver que há casos de doentes que saem curados, sabendo nós que o vírus pode ter ou não recaída”.

“Até agora podemos dizer que tudo tem sido feito para que a resposta esteja à altura do desafio. Eu espero que seja sempre assim”, enfatizou.

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