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“Devemos ter um enorme orgulho no que estamos a conseguir como nação”, diz cientista português

Especialista em doenças infecciosas, Miguel Soares explicou na ‘TVI’ que, em Portugal, a Covid-19 “não vai ser um pico e depois vem a descer por aí a baixo: vai ser um planalto” com uma entrada “faseada” de infetados nos serviços de urgência.

Na entrevista com Pedro Pinto e Miguel Sousa Tavares, o cientista português deixou um elogio aos portugueses pela forma como têm ajudado as autoridades de saúde nesta fase da pandemia.

“Temos menos subida de casos. Devemos ter um enorme orgulho no que estamos a conseguir como nação. Estamos só no início deste processo e este não é um tempo de lutas”, afirmou Miguel Soares.

O especialista em foenças infecciosas explicou ainda que e Direção-Geral da Saúde (DGS) está a ser aconselhada “por cientistas de alto gabarito”.

São estes, realça Miguel Soares, que permitem que a DGS tenha capacidade epidemiológica para “projetar quando é que vamos ter o máximo de pessoas a entrar pelo Serviço Nacional de Saúde”.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 140 mortes, mais 21 do que na véspera (+17,6%), e 6.408 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 446 em relação a domingo (+7,5%).

Dos infetados, 571 estão internados, 164 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

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