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António Costa suaviza ataque de Fernando Medina a Marta Temido

O primeiro-ministro procurou ‘estancar’ a ferida aberta pelo violento ataque de Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, à ministra da Saúde, Marta Temido.

Mostrando-se evasivo quando solicitado a comentar as declarações do autarca de Lisboa, que culpou os “maus chefes” pelo agravamento da covid-19 na região de Lisboa e Vale do Tejo, Costa reagiu com um “o trabalho conjunto está a ser feito”.

“Eu tenho acompanhado a frustração de muitos dos autarcas, mas também a vontade de trabalharem em conjunto com o Governo e de apoiarem o Governo nas medidas que temos vindo a tomar em conjunto com eles”, acrescentou o governante.

Fernando Medina tinha denunciado também o “pouco exército” para combater a pandemia, referindo-se à falta de meios humanos, o que levou António Costa a garantir que “houve um esforço muito grande no sentido de reforçar os meios humanos da saúde pública” na região, incluindo a criação de “equipas multidisciplinares” com pessoal de saúde comunitária, saúde pública, Segurança Social e forças de segurança.

“Procura-se não apenas acompanhar as pessoas que estão sob vigilância, mas também assegurar uma resposta pronta”, explicou o primeiro-ministro, tentando colocar um ponto final na polémica.

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