Motores

Pilotos da Peugeot com a moral em alta

304 SAINZ CARLOS (esp) CRUZ LUCAS (esp) PEUGEOT TEAM PEUGEOT TOTAL 3008 DKR action during the Dakar 2017 Paraguay Bolivia Argentina , Etape 1 - Stage 1, Asuncion - Resistencia,  January 2 - Photo Frederic Le Floc'h / DPPI

Os pilotos da Peugeot podem não ter sido os protagonistas da primeira etapa do Rali Dakar 2017, mas nem por isso estão desmoralizados. Carlos Sainz foi o melhor homem dos homens dos 3008 DKR, na quarta posição, com Sebastien Loeb duas posições abaixo, enquanto Cyril Despres e Stéphane Peterhansel cocluiram ainda mais atrás.

Uma das razões para que os carros de Sochaux não estivessem nas posições da frente foi o facto da especial de 38 quilómetros não se adequar às suas características.

“Esta primeira Especial correu bem. Não tive nenhum problema em particular. O traçado não era muito fácil. Algumas seções eram muito estreitas, outras muito onduladas. Tudo correu bem no Paraguai e eis-nos de regresso à Argentina. O público é o habitual no Dakar e espera-nos sempre com muito entusiasmo”, afirma Carlos Sainz.

Sébastien Loeb confirma o que o espanhol afirmou ainda que tenha encontrado algumas dificuldades: “Encontrei o que se pode chamar uma Especial complicada. Não era bem o meu tipo, nem sequer o tipo de terreno para este carro. Era muito rápido, muito estreito, muito demolidor, com muitas pedras e charcos. Por isso, rolei sem correr riscos. Uma primeira Etapa ‘prudente”.

Stephane Peterhansel (FRA) of Team Peugeot TOTAL races during stage 1 of Rally Dakar 2017 from Asuncion, Paraguay to Resistencia, Argentina on January 2, 2017.

7.

Cyril Despres percebeu desde cedo que “era possível perder bastante tempo”, e assim foi apenas oitavo na tirada. “As pistas eram muito sinuosas, nas porções estreitas cavadas pela água. O principal era evitar as armadilhas. A leitura do terreno nas próximas etapas anuncia-se difícil, por causa da meteorologia destes últimos dias”, refere ainda.

Apenas 12.º na etapa Stéphane Peterhansel foi o que mais dificuldades sentiu, numa especial que o fez sentir como no Rali dos Sertões, no Brasil. “Rolei de um modo realmente prudente. Há quase seis meses que não competia, pelo que não foi muito fácil reencontrar o ritmo. Nunca me senti muito à-vontade e assumi sempre uma grande margem de segurança”, explicou.


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