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“Uma corrida para esquecer” em Daytona para Filipe Albuquerque

Filipe Albuquerque não fez este ano a prova que desejava nas 24 Horas de Daytona. Os problemas tidos pelo Cadillac DPi # 5 da Mustang Sampling no começo da corrida acabaram por não permitir lutar pela repetição da vitória alcançada o ano passado.

Desde os treinos que a sorte não acompanhou o piloto de Coimbra e os seus companheiros de equipa – João Barbosa e Christian Fittipaldi –, com um problema nos travões que impediu o protótipo negro e cinza de realizar uma única volta lançada na qualificação.

Fotos: José Mário Dias

Mesmo partido de último Albuquerque e a equipa do Cadillac # 5 sabia que tinha a possibilidade de ir recuperando lugares dada a longevidade da corrida. Só que à terceira hora todos os sonhos ‘cairam por terra’ quando um problema elétrico fez a equipa perder mais de uma dúzia de voltas na garagem.

Não restou ao piloto de Coimbra, a Barbosa e a Fittipaldi fazerem tudo para limitar ‘os danos’, com a nona posição, muito longe dos vencedores, a ser o resultado possível, arrecadando pelo menos alguns pontos para o campeonato IMSA WeatherTech.

“Foi uma corrida para esquecer com aqueles problemas que nos dificultaram a vida, sobretudo porque o carro estava com um andamento fenomenal. Andamento para chegar à vitória, e isso viu-se logo nas primeiras horas de prova, em que fomos de 11º para segundo”, começou por refletir Filipe Albuquerque.

O piloto português resigna-se com o desfecho e quer pensar no que aí vem: “As corridas são mesmo assim. No ano passado ganhamos em Daytona e não ganhamos o campeonato. Pode ser que este ano não ganhando Daytona possamos ganhar o campeonato. Quem sabe? Agora é seguir em frente e pensar na próxima corrida. O nosso carro tem tudo para ganhar corridas e é nisso que vamos trabalhar”.

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