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PM Pedro Sánchez recusa crítica e acusa direita de dividir os espanhóis

O primeiro-ministro falava à imprensa em Santander (norte), enquanto em Madrid, na praça Colón, dezenas de milhares de pessoas se manifestavam para exigir eleições antecipadas.

O protesto foi convocado pelo Partido Popular (PP), pelo Ciudadanos (Cs) e pelo Vox, que acusam Sánchez de “traição” e de “negociar a unidade nacional” ao manter conversações com os independentistas da Catalunha (nordeste) para assegurar a aprovação do Orçamento do Estado.

Pedro Sánchez assegurou que respeita qualquer manifestação, mas frisou que esta é contra alguém que, quando foi líder da oposição, esteve “sempre ao lado do governo”, nomeadamente em relação à Catalunha.

“O que faço agora como presidente do governo é resolver uma crise de Estado que o PP agravou quando esteve no governo”, disse o líder socialista, assegurando estar a defender a Constituição.

Quanto ao debate do Orçamento do Estado, que começa na terça-feira, Sánchez apontou que os independentistas “vão unir-se à direita que está hoje na praça Colón” contra um documento “virado para o futuro”.

O PP, o Ciudadanos e o Vox, que se aliaram recentemente para governar a região da Andaluzia (sul), surgem nas sondagens em condições de formar uma maioria a nível nacional.

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