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O fim da coligação PSD e CDS por Carlos César: “Falta o poder, falta a vontade”

carlos cesarCarlos César, presidente e líder parlamentar do PS, ‘explicou’ a “confissão” feita por Passos Coelho sobre o fim da coligação entre PSD e CDS: “Reuniram-se no extremo político para se coligarem em função de um interesse, exercer o poder”. Sem este, “falta-lhes a vontade de estar juntos”.

O comentário do PS ao fim da coligação Portugal à Frente (PàF), ontem revelada por Passos Coelho, chegou hoje pela voz de Carlos César, presidente do partido e líder da bancada socialista no Parlamento.

Após a reunião dos deputados socialistas, o futuro conselheiro de Estado adiantou que PSD e CDS só se coligaram por causa de “um interesse específico”, que também revelou: “Exercer o poder”.

“O PSD e o CDS reuniram-se no extremo político português para se coligarem em função de um interesse específico, exercer o poder. Falta-lhes o poder, falta-lhes a vontade de estar juntos”, afirmou Carlos César.

Comentando a “confissão” de Passos Coelho, o responsável socialista ‘agradeceu’ a clarificação da situação política de PSD e CDS: “Acho bem que ele tenha dito isso, até porque durante a tarde [de ontem] eu tinha falado na coligação extinta. É sempre bom ver da parte dos próprios essa confissão”.

Foi também ontem, à noite, que o presidente do PSD revelou o fim da PàF, justificado com a queda do primeiro Governo saído das legislativas de 4 de outubro.

“Não é preciso nenhum ato formal para lhe pôr termo”, alegou Passos Coelho: “Acabou quando o Governo acabou”.

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