Fórmula 1

George Russell sem “grande pressão” na Austrália

Apesar de ter ocupado o posto de ‘lanterna vermelha’ no primeiro dia de treinos do Grande Prémio da Austrália de Fórmula 1, George Russell diz não sentir uma “grande pressão” sobre si.

O Williams FW 42 é considerado teoricamente o pior monolugar do atual pelotão da F1, e os vários contratempos do projeto só vieram deteriorar a situação. E depois da equipa falhar os dois primeiros dias de testes em Barcelona os problemas parecem continuar este fim de semana.

Esta sexta-feira o britânico, Russell, campeão em título de Fórmula 2, foi o mais lento em pista mas pode-se queixar de algum infortúnio, quando o fundo do seu monolugar foi danificado por uma pedra.

Ainda assim o jovem britânico não se sente inseguro, como já fez questão de salientar: “Tanto eu como a equipa não sentimos qualquer grande pressão. Toda a gente espera que terminemos em último com uma grande diferença para os nossos adversários, ou que as rodas saiam do carro quando deixemos as boxes. Por isso, de fora, parece que qualquer coisa que consigamos será um excelente resultado”.

Tendo o popular Robert Kubica como companheiro de equipa, as comparações entre os dois pilotos da Williams serão difíceis de fazer, pois o polaco está de regresso após nove anos de ausência e o acidente de rali deixou marcas numa das suas mãos.

Mas George Russell considera cedo para se traçar cenários negros relativamente ao futuro da equipa, enfatizando que o seu monolugar não é tão mau como parece. “Não temos um carro assim tão mau. Comporta-se bem e o pessoal está a tentar melhorar o apoio aerodinâmico para o tornar mais rápido. O chassis do ano passado teve enormes problemas de equilíbrio, mas agora temos uma boa base para mais trabalho”, sublinha.

O jovem britânico acrescenta: “É impossível resolver tudo do dia para a noite. Será um processo mais gradual mas quero ficar aqui por muito tempo. Estou pronto para fazer compromissos de modo a que compense mais tarde”.

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