Fórmula 1

Evolução da Renault na Fórmula 1 acontece “pela compreensão dos problemas”

A competir na sua segunda ‘casa’ – pois a equipa está sediada em Enstone – a Renault voltou a terminar com os seus dois monolugares nos pontos no Grande Prémio da Grã-Bretanha de Fórmula 1.

O sétimo lugar de Daniel Ricciardo e o décimo de Nico Hulkenberg representa um pequeno progresso dos monolugares da marca francesa, que segundo o diretor da equipa acontece devido à “compreensão dos problemas” que vai acontecendo no seio da estrutura que comanda.

Este resultado de conjunto conseguido em Silverstone, que nada tem a ver com o conseguido pela Renault na Áustria, é motivo de satisfação para Cyril Abiteboul: “É preciso estar contente com os dois carros nos pontos e com um sétimo lugar. Tivemos o que era preciso para estar à frente dos McLaren e marcar mais pontos do que eles. É um motivo de satisfação em si”.

E se a luta que Lando Norris e Daniel Ricciardo protagonizaram contribuiu para o espetáculo vivido na prova britânica, o que se passou após o acidente de Antonio Giovinazzi foi muito menos positivo, segundo o ‘homem-forte’ da Renault Sport. “Beneficiou enormemente Carlos (Sainz jr). Não é a primeira vez que isso lhe permite marcar bons pontos. Enfim, a Mclaren acabou por marcar mais um ponto do que nós. Claramente que vai ser uma competição com eles durante toda a época”, sublinha Abiteboul.

O chefe da equipa Renault admite que gostaria de “ter reduzido a diferença” no campeonato para a formação de Woking e que isso “é uma pequena deceção”, sendo que a segunda “é a corrida de Nico (Hulkenberg), que conheceu uma tarde complicada (nomeadamente um toque com Sergio Perez). Podia ter sido mais simples. Teve um problema num sensor que nos fez sobre reagir ao nível do motor, que se portou muito bem”.

“O carro estava realmente diferente. O motor não é fundamentalmente diferente e os pilotos são os mesmos. Progredimos em função da nossa compreensão dos problemas, das minhas regulações a adotar. A evolução da performance do R.S. 19 também acontecerá em função das características dos circuitos. Sabíamos que (na Grã-Bretanha) seria melhor do que na Áustria. Esperamos por corridas difíceis e outras bem melhores”, refere ainda Cyril Abiteboul.

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