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Bruno de Carvalho em liberdade

Bruno de Carvalho escapou à medida de coação mais gravosa. Indiciado por 56 crimes, no caso do ataque à Academia de Alcochete, o ex-dirigente leonino foi ouvido por um juiz no Tribunal do Barreiro, que determinou termo de identidade e residência, com apresentações periódicas. Também o líder da Juve Leo, Mustafá, fica sujeito às mesmas medidas de coação.

O ex-presidente do Sporting foi ouvido pelo juiz Carlos Delca, no Tribunal do Barreiro, que decretou como medida de coação termo de identidade e residência com apresentações periódicas, num posto de GNR.

Bruno de Carvalho e Nuno Mendes, conhecido por Mustafá, estavam detidos desde domingo, com base em mandados emitidos pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa. Ambos foram libertados na manhã desta quinta-feira.

Em causa, estavam os ataques à Academia de Alcochete, no passado dia 15 de maio – há precisamente seis meses.

Bruno de Carvalho foi transportado pela GNR de Alcochete, rumo ao Tribunal do Barreiro, na manhã de terça-feira, mas a audiência foi adiada, devido à greve parcial dos funcionários judiciais.

O ex-dirigente do Sporting regressou ao mesmo tribunal ontem, dia dos interrogatórios, mas só hoje conheceu as medidas de coação. Terá ainda de pagar uma caução.

O início da leitura da decisão do juiz Carlos Delca, no Tribunal do Barreiro, distrito de Setúbal, estava previsto para as 10h00, mas foi adiado em uma hora também devido à greve dos funcionários judiciais.

A GNR deteve no próprio dia 23 pessoas e efetuou, posteriormente, mais detenções – das quais as mais recentes foram as de Bruno de Carvalho e Mustafá, no domingo –, que elevaram para 40 o número de arguidos, dos quais 38 estão em preventiva.

[Em atualização]

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