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Afinal, a máscara faz ou não a diferença? Cientista responde às dúvidas com experiência curiosa

De todas as recomendações que as autoridades de saúde têm dado no cenário de pandemia, a utilização da máscara tem sido aquela que, porventura, mais dúvidas tem levantado e pontos de interrogação.

Por se tratar de algo que não está enraizado propriamente na cultura nacional como, por exemplo, é comum verificar-se em países asiáticos, a utilização da máscara ainda encerra reservas em muitas pessoas.

A essa situação também não é de isolar o facto de, no começo da pandemia, em Portugal, as autoridades de saúde não obrigarem ao seu uso em espaços públicos fechados, como agora o fazer, existindo mesmo normas para tal.

E como Portugal, outros países também foram revelando algumas dúvidas iniciais com a utilização delas, sendo que dito ‘novo normal’ é já comum um pouco por todo lado passar por pessoas com máscara no rosto.

Perante dúvidas, incertezas e tantos pontos de interrogação, um especialista em epidemiologia decidiu perceber a eficácia das máscaras com uma experiência curiosa.

A pergunta que muitos fazem é especificamente a seguinte: Afinal, a máscara faz ou não a diferença?

As respostas são dadas por Rich Davis, que é diretor clínico de um laboratório de microbiologia em Washington, nos EUA.

Este especialista decidiu fazer os testes das máscaras com recurso a moedas enquanto falava, cantava, espirrava e tossia. E depois partilhou as imagens reveladoras do estudo que fez.

Depois, também procurou perceber a eficácia da máscara – seja ela qual for – quando se tem uma distância de dois, quatro e seis metros.

Em jeito de conclusão, o cientista nota que se pode perceber que a máscara consegue reduzir os riscos de propagação do vírus.

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