Hoje é dia

2 de junho, Faisal decreta a abolição da escravatura na Arábia

A 2 de junho de 1963, o príncipe regente Faisal decreta a abolição da escravatura na Arábia, num dos poucos países do mundo onde esta exploração humana persistia. Hoje, Portugal, o primeiro país do mundo a acabar com a servidão, assinala esse facto.

Hoje é dia de recordar o fim da escravatura na Arábia Saudita, um dos derradeiros mentores da exploração humana. A 2 de junho de 1963, o príncipe Faisal coloca termo a essa prática.

Portugal foi o primeiro país do mundo a fazê-lo, no século XVIII. No reinado de D. José I, a 12 de fevereiro de 1761, por ordem do Marquês de Pombal, foi abolida a escravatura no Reino e na Índia.

O último país a abandonar esta prática foi a Mauritânia, a 9 de novembro de 1981. No entanto, ainda persistem em diversos países registos de exploração humana, ainda que esta prática esteja agora proibida, pela Declaração Universal dos Direitos do Homem.

A viagem pelo dia 2 de junho começa em 1909, com o primeiro voo de um aeroplano com passageiros, (duas pessoas à bordo) realizado pelo aviador francês Louis Bleriot.

Já em 1945, o papa Pio XII declara-se contra os nazis e 12 anos mais tarde, liderados pelo Nobel norte-americano Linus Pauling, cerca de 2000 cientistas de todo o mundo solicitam a suspensão dos testes com armas atómicas.

No dia 2 de junho de 1964, é criada a Organização para a Libertação da Palestina. E em 1979 João Paulo II protagoniza a primeira viagem de um papa a um país comunista: precisamente a Polónia, onde nascera.

Em 1997, Timothy McVeigh é declarado culpado do célebre atentado bombista num edifício federal em Oklahoma. O ataque ocorrera dois anos antes e matou 168 pessoas. McVeigh é condenado à morte.

O Discovery parte, a 2 de junho de 1998, rumo à derradeira missão de abastecimento da Nasa à estação orbital russa Mir. E em 1999, o Congresso Nacional Africano vence as segundas eleições multirraciais na África do Sul.

Nasceram neste dia Nicolau Nasoni, arquiteto italiano (1691), Marquês de Sade, escritor francês (1740), Edward Elgar, compositor inglês (1857), Takijiro Onishi, almirante japonês, pai da ideologia kamikaze (1891), Johnny Weissmuller, ator norte-americano, o mais famoso Tarzan do cinema (1904), Juan Antonio Bardem, cineasta espanhol (1922), Constantino II, último rei da Grécia (1940), e Charlie Watts, baterista dos Rolling Stones (1941).

Morreram a 2 de junho Catarina de Lencastre, rainha consorte de Henrique III de Castela (1418), Madeleine de Scudéry, escritora francesa (1701), Bruce McLaren, automobilista neozelandês (1970) e Santiago Bernabeu, ex-jogador e ex-presidente do Real Madrid (1978).

Morreram ainda Bo Diddley, músico norte-americano (2008), Mel Ferrer, ator, produtor e realizador norte-americano (2008), e Rosa Coutinho, militar português (2010).

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