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Vídeo: “Estamos para resolver questões de fundo”, avisa Cristas

Assunção Cristas esteve na Maternidade Alfredo da Costa (MAC) para perceber o que se passa naquela unidade hospitalar, que na última semana tem sido notícia por causa de um alegado pedido de 500 euros à hora na escala de anestesista na quadra natalícia. A líder do CDS-PP mostra-se disponível para “resolver questões de fundo” e deixou um aviso ao Governo.

Depois de a administração da Maternidade Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa, ter garantido que estão asseguradas as escalas de anestesia para o fim do ano, depois das dificuldades na véspera e no dia de Natal, Assunção Cristas marcou presença na unidade hospitalar para perceber o que se passa.

“Seguindo a nossa preocupação de estarmos muito atentos à saúde, estivemos em mais uma reunião, desta vez na MAC.”

Cristas salientou que “mais importante” que o episódio que tem dado que falar na última semana por causa da falta de anestesista nos dias 24 e 25 de dezembro, a líder do CDS-PP sustenta que existe um “problema grave no Serviço Nacional de Saúde que tem que ver com falta sistemática de recursos humanos qualificados”.

Na porta da MAC, Cristas gravou um vídeo onde ‘puxou as orelhas’ ao Governo.

“Há problemas que o Governo não resolve, não está a tratar. Aqui pediam-se quatro vagas para a anestesia e no último concurso não abriu nenhuma vaga porque não foi autorizada pelo Governo.”

Ao Executivo de António Costa, Assunção Cristas deixou um recado.

“É bom que perceba que não é fazendo declarações que não vão ao fundo das questões que o problema se resolve. E nós no CDS-PP estamos para resolver as questões de fundo”, avisou Cristas.

O Ministério da Saúde, recorde-se, disse que tentou contratar externamente um anestesista junto de empresas prestadoras de serviços para garantir a escala nos dias 24 e 25 de dezembro e reafirmou que houve uma proposta de uma empresa para colocar um anestesista na Maternidade Alfredo da Costa por 500 euros à hora.

Nos dias 24 e 25 de dezembro a urgência da MAC esteve a funcionar apenas para os casos urgentes, sendo os restantes encaminhados para outros hospitais, estando apenas um anestesista ao serviço.

A Ordem dos Médicos veio já exigir a apresentação dos documentos ou contratos onde conste “claramente o referido valor”.

Veja o vídeo gravado por Assunção Cristas.


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