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Um fim de semana difícil para Álvaro Parente em Mosport

Álvaro Parente não teve uma prova fácil na sétima ronda do IMSA Sportscar, que teve lugar no Circuito Canadian Motorsport Park em Mosport (Canadá).

Fazendo dupla com a britânica Katherine Legge no Acura ASX GT3 # 86 da Michael Shank Racing, o piloto português terminou a corrida de duas horas e 40 minutos na quinta posição da categoria GTD, depois de partir do sexto lugar da grelha.

Sem velocidade para acompanhar os mais rápidos da classe, Parente forçou o andamento na primeira metade da corrida, chegando mesmo a rodar entre os três primeiros numa fase da prova em que as estratégias jogaram um papel fulcral.

Depois, já com Katherine Legge aos comandos do Acura negro as coisas complicaram-se, já que após arrancar das boxes a britânica sofreu um toque de um adversário e saiu de pista. Conseguiu retomar a prova para terminar em quinto.

O resultado não foi o desejado, mas Álvaro Parente admite que foi impossível fazer melhor com o carro que tinha:  “No meu primeiro turno sentimos muita subviragem. Foi difícil manter os nossos adversários atrás de nós. Estávamos em quarto e comecei a focar-me em pequenos detalhas, como poupar combustível sempre que podia”.

“Melhorámos o carro para o segundo turno, com uma pequena alteração durante a paragem nas boxes, o que nos deu mais performance. Tentámos usar a estratégia para subir na classificação, mas na volta de saída das boxes, a Kat (Legge) sofreu um toque que nos atrasou”, referiu também o piloto do Porto.

Apesar do desfecho desta prova Álvaro Parente faz um balanço positivo desta participação: “Atendendo a todas as circunstâncias e dificuldades, este foi um bom resultado. A equipa trabalhou afincadamente para nos dar um carro competitivo, mas foi muito complicado e sofremos sempre de uma falta de aderência generalizada. O meu objectivo é lutar por vitórias, mas arrancar de sexto e terminar em quinto é positivo”.

 

 

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