Mundo

Vídeo: Catarina ignora críticas após polémica do Inglês. Ou talvez não

Depois de um coro de críticas sobre a sua pronúncia em Inglês, Catarina Furtado decidiu gravar uma mensagem dirigida a todas jovens, a quem dedicou o seu desempenho desta quinta-feira, na segunda semifinal da Eurovisão. Uma reação às críticas? A pergunta fica sem resposta, mas a apresentadora consegue transmitir uma mensagem bem mais importante do que as intrigas das redes sociais. Veja o vídeo.

O registo foi partilhado nas redes sociais, onde a apresentadora lembra os cargos que ocupa.

“Olá, eu sou a Catarina Furtado, anfitriã da Eurovisão 2018 e também Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População”, começou por dizer.

Depois de puxar pelos galões, prossegue com um conselho.

“Sigam os vossos sonhos e sejam o que quiserem ser: uma estrela pop, uma agente de polícia, um político, uma professora, ou mesmo um anfitrião”, disse a apresentadora, num Inglês perfeito.

A terminar, um recado, deixado de forma velada.

“O que quer que vocês sejam, prometam-me que vão tentar fazer deste mundo um sítio melhor”.

Não é legítimo afirmar, com certeza, que Catarina Furtado estava a reagir à polémica que envolveu o seu desempenho, na primeira semifinal. A apresentadora foi criticada pela má pronúncia em Inglês e dificuldade em exprimir-se, sem teleponto, na Língua de Sua Majestade.

Veja o vídeo:


Catarina Furtado também publicou um texto, onde parece centrar a discussão naquilo que é realmente importante.

“Sinto-me honrada por fazer parte da Eurovisão, uma celebração da amizade e do progresso no planeta. É um farol de esperança e felicidade para todos nós. Sinto que devo aproveitar esta oportunidade para lembrar que o mundo ainda enfrenta enormes desafios em matéria de direitos humanos – como, por exemplo, o facto de a desigualdade de género ainda levar a que, todos os dias, 800 mulheres morram a dar à luz. É por isso que tenho orgulho de ser, há 18 anos, Embaixadora da Boa Vontade, a agência de direitos e saúde reprodutiva das Nações Unidas. Parte da minha missão é consciencializar o público sobre a situação intolerável que muitas mulheres e jovens ainda vivem, no século XXI”, escreveu.

Mais partilhadas da semana

Subir