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Polícia do Quénia refere 15 mortos em ataque a complexo em Nairobi

Um polícia do Quénia disse na terça-feira que 15 corpos foram levados para a morgue após um ataque a um complexo com um hotel de luxo em Nairobi reivindicado pelo grupo extremista somali al-Shabab.

Os ‘jihadistas’ afirmaram que foram mortas 47 pessoas, sem dar pormenores, numa nota divulgada pela sua agência noticiosa Shahada.

Segundo a agência norte-americana Associated Press, o polícia que deu informação sobre o número de mortos não quis ser identificado e, quase 12 horas depois do início do ataque, as autoridades quenianas ainda não tinham anunciado se os atacantes estavam mortos, detidos ou se tinham fugido.

Imagens de câmaras de vigilância mostraram pelo menos quatro atacantes.

O complexo DusitD2 inclui, além do hotel, bares, restaurantes, escritórios e bancos, localizando-se num bairro onde vivem muitos norte-americanos, europeus e indianos.

O assalto coordenado começou com uma explosão que atingiu três veículos junto a um banco e um bombista suicida que se fez explodir no átrio do hotel ferindo gravemente várias pessoas, disse o chefe da polícia do Quénia, Joseph Boinnet.

O ataque tem semelhanças com o que foi realizado em 2013 pelo al-Shabab ao centro comercial Westgate, localizado na mesma zona, que deu origem a um cerco de três dias e que provocou a morte de 67 pessoas.

Na segunda-feira, um tribunal em Nairobi decidiu levar três dos suspeitos detidos a julgamento, ilibando um outro por falta de provas.

Desde 2011 que o grupo ligado à Al-Qaida ameaça retaliar depois de o Quénia enviar tropas para a Somália.

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