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Manzarra arrasa revista que enviou “um paparazzo” ao funeral do pai

João Manzarra está de luto, pela morte do pai, mas não deixou passar a “insensibilidade e vergonha alheia” de uma revista que “enviou um paparazzo” ao funeral.

Apontando o dedo à TV 7 Dias, o apresentador lembrou que o ‘assédio’ da revista ao pai já durava desde setembro do ano passado.

“Numa fase bastante avançada da doença, o meu pai telefona-me preocupado por ter sido abordado por ‘fotógrafo e jornalista’ da revista à porta de casa, com o objetivo de obter informações sobre o seu estado de saúde”, recordou, num longo testemunho que publicou nas redes sociais.

Para que a TV 7 Dias percebesse “a agressividade que é ter uma espera de alguém à porta de casa para extorquir e manipular declarações numa fase tão delicada”, João Manzarra entrou em contacto com o diretor da publicação, “pedindo encarecidamente para que este momento fosse respeitado”.

“O director deu a sua palavra em como não iam publicar”, mas “duas semanas depois voltam atrás com a decisão, alegando que ouviram dizer que outras publicações já tinham informação e que queriam ser os primeiros”.

“Sai então uma capa com o título ‘João Manzarra sofre em segredo’, que o meu pai nunca quis”, insistiu o apresentador da SIC.

Estes incidentes foram decorrendo ao longo do final do ano passado. O pior, continuou, aconteceu esta semana.

“Enviam um paparazzo ao funeral e fazem mais uma capa com a mesma fórmula, mas em vez da doença o tema é já a morte”.

“Ambas as ‘reportagens’ muito mal escritas, cheias de falácias, raciocínios absurdos e um drama altamente forçado. Enfim, um templo de insensibilidade e vergonha alheia”, condenou João Manzarra.

Segundo o apresentador, “quem compra este tipo de publicação está a ser cúmplice” destas situações que geram “stress e ansiedade”.

“Se encontra este tipo de publicação no café, onde vai arranjar as unhas ou na sala do dentista, exija leitura melhor”, concluiu.

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