Justiça

IURD promete “cooperar” com entidades judiciais no caso das adoções

A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) emitiu um comunicado a anunciar que vai “cooperar” com as instâncias judiciais que investigam a eventual ilegalidade das adoções realizadas há 20 anos.

A nota da igreja surge numa altura em que o escândalo vinha perdendo dimensão nas redes sociais.

“Para a IURD, é essencial a conclusão clara e tão breve quanto possível destes inquéritos”.

No comunicado, a entidade prometeu “total disponibilidade para cooperar com as entidades judiciais em todos os atos que se mostrem necessários à descoberta da verdade, nomeadamente através de esclarecimentos que tiver por convenientes”.

O texto refere-se diretamente à Procuradoria-geral da República (PGR), que abriu um inquérito (através do Ministério Público), e ao Conselho Superior de Magistratura (CMS), que procede à recolha de “todos os elementos pertinentes” para as investigações.

Em causa estão as adoções, por parte de influentes membros da congregação, de crianças acolhidas num lar da IURD, que poderão ter sido encaminhadas para adoção à revelia dos pais e sem o conhecimento das autoridades portuguesas.

A serem confirmadas as adoções ilegais, podem estar em causa crimes de rapto e tráfico de seres humanos.

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