Fórmula 1

Williams não ‘atira a toalha ao chão’

Embora ocupe a posição de ‘lanterna vermelha’ do atual pelotão da Fórmula 1, a equipa Williams recusa-se a desistir de lutar para ser mais competitiva.

A época tem sido complicada desde o início, não sendo evidente uma melhoria relativamente aos resultados modestos das épocas anteriores, mas a responsável máxima pela formação de Grove acredita que é possível ‘dar a volta’.

Claire Williams não se deixa abater pelos resultados e não perde qualquer oportunidade para motivar o ‘staff’ da sua equipa. Isto ao mesmo tempo que garante que em Grove se está a trabalhar para mudar a atual forma dos seus monolugares.

Os melhores resultados obtidos pela formação britânica até agora são o 15º posto conseguido por George Russell no Bahrain, no Azerbaijão e no Mónaco. Um ‘score’ modesto se tivermos em consideração o palmarés conseguido no passado pela equipa; nove títulos de construtores, cetros de pilotos e 114 vitórias.

Claire Williams acredita que o trabalho que está a ser feito na fábrica será brevemente ‘ecoado’ na pista: “Sinto definitivamente que poderemos ver a ‘luz no fundo do túnel’. Talvez de uma forma um pouco lenta, mas é preciso ter em conta que leva tempo a elevar a performance no carro. Um grande trabalho está a ser feito na fábrica, e o público ainda não se pode aperceber”.

O discurso da chefe da equipa de Grove tem a ver com um ‘pacote’ aerodinâmico que será introduzido nos Williams de George Russell e Robert Kubica a meio da temporada, este verão.

“A equipa de aerodinâmica fez um grande trabalho para encontrar a performance no túnel de vento. Esperemos que o ‘pacote’ permita trazer melhorias. Há um estado de espírito positivo. Não podemos pedir mais aos nossos colaboradores; entregarem-se totalmente e nunca renunciar”, afirma ainda Claire Williams.

Por detrás deste discurso, que para alguns será irrealista, esconde-se, pelo menos, uma boa notícia; a Williams é uma das equipas que atualmente é das mais rápidas nas paragens nas boxes. No Mónaco, por exemplo, os quatro pneus do carro de Robert Kubica foram mudados em apenas 2,07 segundos.

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