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“Te amo”, diz num vídeo o menino morto e escondido pela mãe

kelven Uma jovem de 19 anos matou o filho, de 2, porque este terá mexido no telemóvel. O mesmo telemóvel em que o vídeo mais recente mostra a criança a dizer “te amo”. De acordo com a polícia, o pequeno Keven morreu ao ser atirado contra uma parede.

Um vídeo do telemóvel de Marília Cristiane Gomes está a chocar o Brasil, que ainda não acredita que esta jovem de 19 anos foi capaz de matar o próprio filho, Keven Gomes Sobral, de 2 anos.

O crime terá sido cometido porque, alegadamente, a criança terá mexido no telemóvel de Marília. O mesmo telemóvel onde o vídeo mais recente mostra Keven a dizer “te amo”, para a mãe.

Davi Batista, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa de Belo Horizonte (DHPP), acrescentou mais pormenores que tornam o caso ainda mais chocante: a criança terá sido atirada contra uma parede e, depois de morta, a autora confessa do crime escondeu o corpo no sofá dos tios.

“Ela contou que o menino estava dormindo e quando se levantou mexeu no telemóvel. O aparelho caiu e o garoto deu ‘um tapa’ na mão dela quando foi pegar o telefone. Nervosa, ela contou que pegou as duas mãos da criança e a arremessou com força na cama do casal. O menino bateu a cabeça na parede e desmaiou”, revelou o delegado.

O que mais impressionou Davi Batista foi a “frieza” da mãe, mais preocupada com a eventual pena criminal do que pela morte do filho. “A todo momento ela chorava, mas era pelo que ela irá pagar e não pela morte do filho”, garantiu o polícia, salientando não acreditar no arrependimento de Marília.

Ao bater na parede, o menino sofreu um traumatismo craniano que lhe provocou a morte.

Ainda segundo o DHPP, foi a própria mãe a revelar onde tinha escondido o corpo do bebé, em casa de uns tios que estão de viagem: “ela tirou o forro do sofá, enrolou o menino num lençol e deixou-o lá. Depois, voltou a colar o forro”.

Foi devido ao cheiro forte que vinha do sofá que a tia de Marília deu com o macabro achado, chamando de imediato a polícia.

Na altura, as autoridades investigavam o desaparecimento de Kelven, reportado pela própria mãe.

“Ela parecia tranquila e não mostrava nenhum sentimento pela morte da criança. Durante as investigações ela foi ouvida e caiu em contradições várias vezes, culpando parentes e até o pai pelo crime. Só no fim ela confessou”, acrescentou o delegado.

Marília Cristiane Gomes está indiciada por homicídio e ocultação de cadáver, tendo ficado em prisão preventiva.

Claudio Ribeiro Sobral, o pai da criança, garantiu que Kelven “não tinha problemas de comportamento” e revelou que a mãe “batia e dizia que estava educando o filho”.

Quando a mulher depunha, Claudio sentiu-se mal e teve de ser assistido.

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