Europa

Taxista livrou Cristiano Ronaldo de acusação de violação em 2005

Cristiano Ronaldo já tinha sido acusado de violação em 2005, por uma britânica. O caso não chegou a avançar por causa do testemunho decisivo de um taxista, Vince Humphrey.

Os tablóides britânicos recuperam agora as declarações do taxista, a propósito da queixa de violação apresentada pela norte-americana Kathryn Mayorga.

Em 2005, uma britânica saiu do Sanderson Hotel, de cinco estrelas, depois de ter estado com Ronaldo. Mais tarde, apresentou queixa por violação contra o craque.

O caso ‘morreu à nascença’ porque Vince Humphrey contou à polícia o que a suposta vítima lhe revelara sobre CR7.

“Ela estava eufórica e muito excitada depois de sair do hotel”, garantiu o taxista.

No Mercedes Classe E do profissional, a britânica adiantou que o jogador “foi amoroso” e não se cansou de gabar “o corpo incrível” de CR7.

“Ela até me disse que quando tivesse um filho iria chamar-lhe Ronaldo”, garantiu Vince Humphrey: “Falou de como ele estava em forma e até do after-shave”.

O taxista revelou a conversa porque ficou “em choque” quando soube que, mais tarde, a mesma mulher se queixou de ter sido violada pelo português.

De acordo com o The Sun, Cristiano Ronaldo foi interrogado pela polícia durante nove horas, com o caso a ficar então arquivado.

O testemunho de Vince Humphrey foi agora recuperado pelos tablóides britânicos dada a nova queixa de violação imputada ao jogador, agora pela norte-americana Kathryn Mayorga.

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