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Subsídio de desemprego na prostituição a votos na JSD

O Congresso da Juventude Social Democrata (JSD) vai debater, de hoje até domingo, um total de 72 moções setoriais. Entre as propostas, há uma que defende o subsídio de desemprego na prostituição.

Algumas das moções são genericamente consensuais. Numa juventude partidária, é normal que se proponha a antecipação do direito de voto para os 16 anos, ou a abertura de um equipamento público específico: neste Congresso da JSD, é reclamada uma escola secundária em Freixo de Espada à Cinta.

De entre as 72 moções que vão ser debatidas pelos ‘laranjinhas’, uma está desde já a causar polémica: é sugerida uma ajuda pública no desemprego na prostituição.

A ideia foi apresentada pela JSD do Alto Minho.

No texto, é avançada a criação de “mecanismos que protejam socialmente os profissionais do sexo, garantindo que todos têm acesso à saúde, ajuda no desemprego e sistema de pensões”.

Mas a própria moção indica que o subsídio de desemprego para as prostitutas não é uma questão urgente. O objetivo é “inaugurar o debate sobre o tema da prostituição, de modo a reunir condições para, num futuro próximo, a Juventude Social Democrata se afirmar como uma força política que não só discute, mas também apresenta propostas construtivas para causas fraturantes”.

Outra proposta que promete dividir os ‘laranjinhas’ é o combate à homeopatia, para que um produto homeopático “não esteja no mercado ao mesmo nível que um medicamento de medicina convencional”.

O 25.º Congresso Nacional da JSD decorre, entre hoje e domingo, na Póvoa de Varzim.

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