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Sobrepesca no Atlântico Nordeste recua para 40 por cento em 2017

A sobrepesca no Atlântico Nordeste – que abrange as águas continentais portuguesas e dos arquipélagos – decresceu de 75 por cento para cerca de 40 por cento entre 2007 e 2017 nos ‘stocks’ para os quais há dados, segundo um relatório da Comissão Europeia.

Assinalando a tendência em baixa das unidades populacionais (‘stocks’) sobreexploradas, o relatório sobre o progresso feito no sentido da pesca sustentável destaca ainda que o decréscimo da sobrepesca abrandou nos últimos anos, tendo mesmo havido um aumento entre 2013 e 2014.

A proporção de unidades populacionais fora dos limites biológicos seguros recuou, por seu lado, de 65 por cento em 2013 para 35 por cento em 2017.

O número de ‘stocks’ que, no mar ibérico e baía da Biscaia, está dentro do limite biológico seguro cresceu de dois em 2003 para 8 em 2017, não tendo sido identificada qualquer unidade populacional fora deste limite, contra 6 em 2003.

A Política Comum das Pescas estipula que, até 2020, todas as unidades populacionais deverão ser exploradas de modo a obter-se um rendimento máximo sustentável (RMS), ou seja, o máximo de capturas possível sem afetar a produtividade futura das unidades populacionais.

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