Desporto

“Soares Oliveira propôs o crime informático de entrar no computador de Jorge Jesus”, acusa Francisco J. Marques

A mais recente denúncia do FC Porto visa Domingos Soares Oliveira. Francisco J. Marques acusou o administrador da SAD do Benfica de “propor que se cometa um crime informático” quando enviou um email para “vasculhar” o computador de Jorge Jesus.

No regresso das denúncias, feitas às terças-feiras através do programa Universo Porto – da Bancada, do Porto Canal, o diretor de comunicação portista alegou que esta “proposta de crime informático” terá ocorrido em 2015, quando Soares Oliveira terá contactado os dois advogados que estavam a trabalhar no processo contra o ex-treinador (que então assinara pelo Sporting).

“Recordo ainda que temos o famoso interveniente que imprimiu em Julho os documentos do Jorge Jesus para o Bruno de Carvalho, que só devemos utilizar em última instância. Quanto ao computador de Jorge Jesus, por acaso já se lembrarem de que o mesmo seja analisado pelo nosso pessoal técnico?”, dizia o suposto email enviado pelo administrador da SAD do Benfica, lido no programa por Francisco J. Marques.

Isto significa, explicou o dirigente portista, que Soares Oliveira “está a propor que se cometa um crime informático, que é entrar no computador de outra pessoa para o vasculhar”. No caso, o “computador de Jorge Jesus”.

“Onde é que já ouvi isto? Isto é crime, não se pode fazer”, ironizou Francisco J. Marques, numa referência às críticas, por parte do Benfica, de que teria feito crime informático.

Francisco J. Marques indicou ainda que este caso terá sido comunicado a Paulo Gonçalves, o assessor jurídico do Benfica, que terá respondido evocando o “risco elevado” da situação.

“Relativamente a qualquer análise por terceiros ao computador de Jorge Jesus, já fiz chegar a minha opinião ontem ao doutor João Correia. Nunca se sabe o que esse louco ali metia. Desde contactos a jogadores de outros clubes ou opiniões/contactos relacionados à arbitragem. Por isso, o risco elevado”, terá respondido Paulo Gonçalves, de acordo com a denúncia portista.

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