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Sépsis: alargar a “via verde” a todas as urgências é fundamental para salvar vidas

velaA sépsis, uma infeção generalizada, é tratada em regime de “via verde” na Madeira, o que permitiu uma descida da mortalidade associada à doença em dez por cento. No primeiro Dia Mundial da Sépsis, os especialistas pedem que a “via verde” seja alargada a todas as urgências.

Hoje celebra-se, pela primeira vez, o Dia Mundial da Sépsis. É uma infeção generalizada do organismo que, não sendo tratada nas primeiras horas, pode ser fatal. Na Madeira existe, desde 2009, uma “via verde”, um protocolo de resposta que fez descer a taxa de mortalidade associada à doença de 40 para 30 por cento.

No dia em que se evoca a sépsis, divulgando os perigos associados, os especialistas apelam a que a “via verde” seja alargada aos restantes hospitais do país ou, pelo menos, a todos os serviços de urgência. Mesmo assim, será difícil fazer baixar mais a taxa de mortalidade, pois ainda há um grande desconhecimento sobre as causas e sintomas da sépsis, com a grande maioria dos casos a chegar aos especialistas já numa fase relativamente avançada.

Segundo as estatísticas, a cada quatro segundos há no mundo uma vítima mortal de sépsis. Para dar a conhecer esta infeção generalizada, a celebração do Dia Mundial da Sepsis envolveu uma ação de rua, com o acendimento de uma vela que demora quatro horas a ser consumida: é este o tempo que a sepsis demora a alastrar-se pelos órgãos do corpo, até matar o paciente.

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