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Rosa Grilo provoca e Moita Flores responde: “Há um puto órfão e a mãe é a principal suspeita”

Rosa Grilo escreveu a Moita Flores para a “falta de humanidade” da polícia e o comentador reagiu de forma contundente. “De repente, o seu filho ficou sem o pai e a mãe é a principal suspeita”.

O caso teve origem nas crónicas que Moita Flores escreveu, para a TV Guia, sobre o assassinato de Luís Grilo e a detenção de Rosa Grilo, que era a esposa e é… a principal suspeita do homicídio, a par do alegado amante.

A partir da prisão, Rosa Grilo escreveu ao comentador, criticando o comportamento da polícia por ter falado com o filho menor.

“Passo a descrever dois exemplos simples, que implicam o meu filho com 12 anos, que ocorreram, se não por falta de bom senso, talvez por falta de humanidade”, apontou a suspeita.

“O meu filho viu-me a ser detida e eu tive que lhe dizer o que se estava a passar”, queixou-se a arguida.

Na carta a Moita Flores, Rosa Grilo questiona se é “prática corrente” da polícia deter “os pais em frente aos filhos” e denunciou um “interrogatório de duas horas” ao filho menor sem “autorização ou presença” da mãe (até porque o pai, Luís Grilo, tinha sido assassinado).

O antigo inspetor da Polícia Judiciária respondeu com contundência, sendo o texto partilhado pela Flash.

Destacando que a preocupação da polícia é “encontrar alguém que tome conta do menor” no momento da detenção, Moita Flores aconselhou Rosa Grilo a preocupar-se com algo mais importante.

“De repente, o seu filho ficou sem o pai, assassinado às mãos de alguém. Desgraçadamente, é a mãe a principal suspeita e, por isso, está detida. É uma dor de alma, saber um puto órfão devido à maldade criminosa”, respondeu o comentador.

“Esse, sim, é o problema que a deve atormentar no que respeita ao bem estar dessa pequena criatura”, concluiu Moita Flores.

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