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Resultado positivo de Gil Antunes numa prova que não o satisfez

Tendo escolhido o Rali dos Açores para iniciar a sua temporada no Campeonato de Portugal de Ralis, Gil Antunes e Diogo Correia tinham ambições ao nível das duas rodas motrizes. Mas a prova da dupla de Sintra esteve longo do desejado.

A equipa estava ciente da forte concorrência, já que a prova do Grupo Desportivo e Comercial voltava a marcar o arranque do Campeonato da Europa de Ralis, e o facto de estar inscrita no ERC3 (duas rodas motrizes deste campeonato) implicava ‘medir forças’ com os melhores pilotos da categoria das duas rodas motrizes.

Numa prova que está entre as suas preferidas Gil Antunes e Diogo Correia foram terceiros das duas rodas motrizes no Campeonato de Portugal de Ralis , conseguindo também os pontos do sexto lugar no Europeu (ERC3), primeiro dos RC2.

“Definitivamente não foi o arranque de campeonato que pretendíamos. Nunca consegui por um ‘se-tup’ ideal para este tipo de terreno e condições, sinceramente não estava a conseguir tirar proveito do carro nas especiais e logicamente os tempos não estavam a sair como pretendíamos. Para agravar ainda mais, tivemos ainda um problema de travões, furamos um pneu, furamos também o radiador, penalizamos num controle horário, fomos prejudicados com os tempos atribuídos numa especial neutralizada e tudo isto foi condicionando o nosso desempenho na classificação geral”, refere o piloto de Sintra.

Ainda assim Gil Antunes faz um balanço positivo da deslocação aos Açores, quando mais não seja pelos pontos somados para o campeonato: “Apesar de todas estas peripécias na prova, o resultado final acaba por ser bom para o campeonato, conseguimos amealhar pontos que era a nossa principal ambição, a envolvência nesta prova de cariz europeu foi fantástica, o carro no geral portou-se à altura numa prova dura e exigente e o próximo passo agora será já tentar melhorar o que falhou nos Açores para na próxima prova estarmos competitivamente melhor”.

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