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Remuneração bruta mensal subiu 2,9 por cento para 1142 euros em 2018

O crescimento da remuneração bruta mensal por trabalhador acelerou para 2,9 por cento em 2018, em relação ao ano anterior, para 1.142 euros, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo o gabinete de estatísticas, em 2017, a remuneração mensal por trabalhador tinha ficado pelos 1.110 euros, ano em que tinha tido um acréscimo de 2,4 por cento.

Por setores de atividade, a remuneração bruta total mensal por trabalhador situou-se em 773 euros nas atividades da agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca e em 921 nas atividades da construção.

Por seu turno, ascendeu a 2.472 euros nas atividades financeiras e de seguros e a 1.953 euros nas atividades de informação e comunicação.

Já nas atividades da eletricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio, incluída no grupo de atividades das secções B a E, a remuneração ascendeu a 3.021 euros.

O INE iniciou hoje a divulgação trimestral de estatísticas sobre a remuneração bruta mensal por trabalhador, calculadas a partir da informação da Declaração Mensal de Remunerações (DMR) da Segurança Social, que passou a ser enviada mensalmente ao INE no âmbito de uma medida Simplex+.

Esta informação abrange cerca de 396 mil empresas e a aproximadamente 3,6 milhões de trabalhadores.

Os resultados provisórios obtidos para o 1.º trimestre de 2019 apontam para uma subida de 2,5 por cento em relação ao trimestre homólogo de 2018, para uma remuneração bruta mensal total por trabalhador de 1.068 euros.

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