O anúncio do ‘regresso’ de Pedro Passos Coelho, que vai participar numa conferência a 25 de março, está a agitar fortemente o PSD.
A última intervenção pública do antigo primeiro-ministro data de 18 de dezembro de 2020, quando Passos Coelho atacou “os populismos”, “a inação” e “o passa-culpas” do Governo de António Costa, enquanto defendia o legado do seu executivo.
Durante uma conferência na Academia das Ciências, em Lisboa, o ex-governante apontou a mira à polémica no SEF, na sequência da morte de Ihor Homeniuk, e à reestruturação da TAP, entre outros temas desconfortáveis para o executivo socialista.
Assim, o anúncio de que Passos Coelho vai participar numa outra conferência, falando sobre os “problemas que o país enfrenta na atual conjuntura”, abalou o PSD, dias depois de Rui Rio ter falado sobre o antecessor.
Na semana passada, quando questionado sobre um eventual entrada de Passos Coelho na corrida à liderança do partido, durante uma entrevista à Radio Observador, o presidente do PSD respondeu: “Isso tem que perguntar a ele”.
O anúncio surge no mesmo dia em que Carlos Carreiras, um dos autarcas com mais ‘peso’ no PSD, afirmou que “Passos Coelho não é o passado, é o presente”, entre várias críticas à liderança de Rui Rio.
“Tem havido uma preocupação maior em fazer oposição a militantes do PSD do que uma oposição maior ao próprio Governo na apresentação e afirmação de uma política alternativa”, explicou o presidente da Câmara de Cascais, numa entrevista a Público e Renascença.
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