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RallySpirit levou espetáculo de outros tempos a terras da Trofa

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A primeira edição do RallySpirit levou muitos entusiastas até terras da Trofa, mais concretamente a São Romão do Coronado para assistir a um evento que colocou na estrada pilotos e máquinas de outras eras dos ralis.

Cerca de meia centena de participantes, carros emblemáticos de várias gerações, muito espetáculo na estrada e uma multidão entusiasta que nem sequer foi traída pelo São Pedro.

Em pleno século XXI, juntar na mesma prova automóveis tão díspares como um Porsche 997 GT3 e uma Renault 4L, um Mitsubishi Lancer EVO IX e um Toyota Starlet, bem como carros tão emblemáticos como os Alpine Renault, Audi Quattro, Datsun 160J, Fiat 131 Abarth, Ford Escort, Lancia Delta Integrale, Renault 5 Turbo, Subaru Impreza, entre muitos outros, diz tudo sobre o sucesso do RallySpirit.

O dia de sexta-feira foi o prenúncio do sucesso do RallySpirit. Apesar de se tratar de uma “simples” partida simbólica, é provável que São Romão do Coronado tenha recebido a maior multidão da história da vila.

Este sábado, contrariando todas as previsões, a chuva não se fez sentir, pelo que o público correspondeu em elevado número, entusiasmado por contactar com os seus ídolos num ambiente de salutar descontração, mas também de ver em ação alguns dos mais extraordinários automóveis da história dos ralis.

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Na estrada, Alexandre Camacho impôs a potência do sempre espetacular Porsche 997 GT3, sendo o mais rápido nas três passagens pelas duas classificativas que compuseram o RallySpirit: São Romão do Coronado e Serra.

No final, a vantagem para o segundo classificado, Bernardo Sousa, foi de 25,1 segundos, naquele que foi um interessante e curioso duelo madeirense. Na realidade, foi Bernardo quem mais perto esteve de contrariar o domínio do campeão em título da Madeira. Aos comandos de um Mitsubishi Lancer EVO IX que descobriu apenas quando foi para a estrada, o jovem piloto levou de vencida a luta entre os Mitsubishi e, em particular, com o também regressado Pedro Leal, que foi o 3º classificado.

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Já na categoria “Históricos”, foi Paulo Azevedo quem subiu ao lugar mais alto do pódio, com o piloto do Ford Escort MK1 a vencer oito das nove classificativas.

Depois do triunfo na especial inaugural, Fiipe Barbosa foi obrigado a desistir, o que permitiu a Pedro Couceiro ascender ao 2º lugar da categoria. Imediatamente a seguir ao piloto do Opel 1904 SR terminaram Américo Antunes (Renault 5 Turbo Cevennes), Imediatamente a seguir ao piloto do Opel 1904 SR terminaram Américo Antunes (Renault 5 Turbo Cevennes), Rui Ribeiro (Ford Escort MK1 1.6) e José Grosso (Ford Escort MK1).

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