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Qual a força dos candidatos presidenciais nos media e redes sociais?

Estudo da Cision avalia o poder mediático dos candidatos às eleições Presidenciais. Marcelo é o mais forte nos meios de comunicação social, Maria de Belém ‘vence’ nas redes sociais. Entre os candidatos que estão fora dos aparelhos partidários, Vitorino Silva é o mais falado.

A Cision acompanhou a presença dos candidatos presidenciais nos meios de informação e nas redes sociais durante a primeira semana de campanha eleitoral.

E concluiu que, entre os dias 10 e 17 de janeiro Marcelo Rebelo de Sousa foi o candidato que, através dos meios de comunicação social, maior impacto conseguiu junto do público.

Marcelo foi protagonista em 23,9 por cento do impacto mediático total registado pelos candidatos durante a primeira semana de campanha eleitoral para as Presidenciais 2016.

O segundo candidato com maior protagonismo foi Sampaio da Nóvoa, com 18,9 por cento, seguido por Maria de Belém Roseira, com 18 por cento, e Edgar Silva, com 14.

Já nas redes sociais, a Cision apurou que foi Maria de Belém Roseira quem esteve em maior destaque durante a primeira semana de campanha, registando 22,8 por cento do total de referências espontâneas produzidas pelo público relativamente aos diferentes candidatos.

Neste campo dos social media, o segundo candidato com maior impacto foi Sampaio da Nóvoa, com 22,4 por cento. Marcelo Rebelo de Sousa fica na terceira posição, registando 15,9 por cento.

O impacto mediático foi calculado com base no número total de OTS (opportunities to see) produzidas junto do público potencial, em função da audiência acumulada verificada; no caso dos media através de notícias, contabilizadas em função dos leitores, utilizadores de internet, ouvintes e telespectadores; nas redes sociais, referências espontâneas de indivíduos identificadas através de hastags.

A fonte, no caso dos media, são as audiências de cada órgão de comunicação social e, no caso das redes sociais, a rede de influência de cada página estudada e de cada indivíduo identificado, ponderada com a probabilidade média de impacto com as respetivas audiências, tendo em conta as características de cada canal social. Indica o potencial mediático da comunicação tendo em conta a pressão da mensagem junto dos públicos.

A presença nos media de cada candidatura é avaliada em situações de protagonismo, sendo excluídas do estudo as notícias cujo protagonismo é dividido por um ou mais candidatos.

O desempenho de cada candidatura é calculado com base na percentagem alcançada no dia, em função do impacto mediático desse mesmo dia e representa o seu share face às restantes. A candidatura com maior percentagem nesse dia foi a que conseguiu um melhor desempenho comunicacional junto dos diferentes públicos, através dos media e redes sociais.

São objeto de análise um total de cerca de 2000 meios de comunicação social de televisão, rádio, imprensa e sites de informação online em Portugal, analisados regularmente pela Cision.

Nas redes sociais, são objeto de análise as referências espontâneas no Twitter, Facebook, Google e Instagram de cada indivíduo, monitorizadas através da presença de hashtags relacionadas com as candidaturas.

Veja o quadro

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