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“Fez-me sentir abaixo de cão”, diz ex-mulher de Carrilho, acusado de agressões e traição

barbara guimaraes manuel carrilho 1{loadposition inline}Novos capítulos na história de Manuel Maria Carrilho e Bárbara Guimarães são apresentados por uma ‘testemunha’, Joana Varela, ex-mulher de Carrilho. A ex-diretora da revista da ‘Colóquio Letras’ conta ao DN um histórico de traição e agressões, envolvendo facas, alegadamente praticado pelo antigo ministro. Carrilho desmente.

Em declarações ao Diário de Notícias, Joana Varela, ex-mulher de Manuel Maria Carrilho, recorda a sua relação tempestuosa com o antigo ministro e relata casos de violência extrema, envolvendo facas, agressões reiteradas e traições.

“A primeira vez [que foi agredida] tinha 25 anos. Bateu-me durante um dia inteiro”, lembra Joana Varela. A razão desta alegada agressão: “Eu percebi que ele tinha um caso e um dia pus-me a beber bagaço até cair para o lado. E pensei que isto só terminaria se também fosse para a cama com alguém. E fui. No dia seguinte disse-lhe ‘estamos quites’”.

Manuel Maria Carrilho – que agora enfrenta acusações de violência doméstica, que segundo Bárbara Guimarães estão na origem desta separação – reagiu mal à traição de Joana e espancou-a “durante o dia todo”, com “imensos pontapés” e com “uma faca encostada ao pescoço”.

O filho do casal estaria a assistir a tudo, na cozinha, escondido, segundo relata Joana Varela. O último episódio na relação de violência foi uma agressão “de faca em riste”, que imputa a Manuel Maria Carrilho. Nesse dia, Joana decidiu abdicar pôr termo ao casamento. “Fez-me sentir abaixo de cão”, lembra.

Joana Varela ter-se-á disponibilizado para testemunhar a favor de Bárbara Guimarães, relatando a sua história, para reforçar a versão da apresentadora de televisão. Agora com 62 anos, reformada, a ex-mulher de Carrilho acredita que Bárbara está a viver o mesmo pesadelo que marca o seu passado.

Apelida Carrilho de “pessoa violenta”, sem respeito pela “dignidade do outro”. Acusada por diversas vezes de ser bipolar, Joana Varela devolve a crítica, nesta entrevista ao DN: “Ele é que sofre de uma perturbação muito grave”.

No entanto, o antigo ministro da Cultura desmente as acusações. Apelida-a de “louca” e usa o argumento de a ex-mulher ter estado “várias vezes internada em hospitais”.

Joana Varela já tinha usado o Facebook para enviar uma mensagem de solidariedade a Bárbara Guimarães, afirmando que o presente de Bárbara coincidia com o seu passado.

A apresentadora, porém, mantém-se em silêncio, de acordo com o que prometeu no único comunicado que emitiu. Nessa nota, fez saber que irá proteger os filhos, evitando alimentar polémicas públicas, confirmando que avançou com um processo de divórcio litigioso, por violência doméstica alegadamente praticada por Manuel Maria Carrilho.

O antigo ministro acusou Bárbara de não lhe permitir ver os filhos. “Aparentemente, estão sequestrados”, disse.

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