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Proteção Civil diz que se mantém “resposta pronta e eficaz” às populações

A Proteção Civil assegurou hoje que a suspensão da informação operacional por parte dos bombeiros não está a colocar em risco a “resposta pronta e eficaz” no socorro às populações.

A garantia foi dada em conferência de imprensa, na sede da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), em Carnaxide, no concelho de Oeiras, pelo comandante do Agrupamento Distrital Centro-Norte, Pedro Nunes.

Pedro Nunes disse que a suspensão, desde as 00:00 de hoje, das comunicações das ocorrências pelos bombeiros aos comandos distritais de operações de socorro “não coloca em causa a segurança e a prontidão do sistema da Proteção Civil”, salientando “a resposta pronta e eficaz” de todos os agentes, incluindo os bombeiros.

“O sistema está a funcionar normalmente”, sublinhou, acrescentando que a informação operacional está a chegar à Proteção Civil através da linha 112, do Instituto Nacional de Emergência Médica e também dos bombeiros.

O comandante do Agrupamento Distrital Centro-Norte adiantou que a ANPC “tem reforçado a coordenação institucional” para garantir o “reforço da monitorização das situações no país”.

Pedro Nunes referiu, sem apontar causas, que houve hoje um decréscimo de 23 por cento no número de ocorrências face ao período homólogo de 2017.

O responsável escusou-se a comentar as declarações do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, optando por transmitir uma mensagem de tranquilidade às pessoas.

Eduardo Cabrita considerou hoje que a suspensão da comunicação das ocorrências promovida pela Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) é ilegal e coloca em causa a segurança das pessoas ao afetar a coordenação de meios de resposta.

Em reação, a LBP, que reclama uma direção nacional autónoma e independente de bombeiros, reiterou que a prestação do socorro não está em risco.

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