Justiça

Prisão preventiva para os suspeitos da morte de Luís Grilo

Os suspeitos do homicídio do triatleta Luís Grilo vão aguardar julgamento em prisão preventiva. Ouvidos num primeiro interrogatório judicial, esta sexta-feira e sábado, no Tribunal de Vila Franca de Xira, Rosa Grilo e António Joaquim ouviram o juiz decretar a medida de coação mais gravosa.

A viúva de Luís Grilo e o oficial de justiça António Joaquim, suspeitos de matar o triatleta Luís Grilo, vão ficar em prisão preventiva, determinou o juiz do Tribunal de Vila Franca de Xira, neste sábado.

Os arguidos foram ouvidos, dois dias depois de terem sido detidos pela Polícia Judiciária.

A mulher do triatleta, de 43 anos, e o alegado amante, de 42, são os únicos suspeitos da prática do homicídio.

Luís Grilo, de 50 anos, residente na localidade das Cachoeiras, no concelho de Vila Franca de Xira, desapareceu sem deixar rasto depois de sair para um treino de bicicleta.

O corpo viria a ser encontrado com sinais de violência mais de um mês depois do desaparecimento e em adiantado estado de decomposição, no concelho de Avis, distrito de Portalegre, a mais de 130 quilómetros da sua casa.

O cadáver foi encontrado perto de Alcôrrego, num caminho de terra batida, junto à Estrada Municipal 1070, por um popular que fazia uma caminhada na zona e que alertou o posto de Avis da GNR para esta ocorrência.

Antes, o telemóvel da vítima tinha sido encontrado nos Casais da Marmeleira, a seis quilómetros de casa, já no concelho de Alenquer.

O crime terá sido cometido na residência do casal e posteriormente transportado para o local onde viria a ser encontrado (despido e com um saco na cabeça).

Recorde-se que Rosa Grilo concedeu uma entrevista à TVI, onde negou envolvimento no crime.

Esta sexta-feira, Rosa Grilo e António Joaquim enfrentaram a justiça popular, à porta do tribunal, onde foram proferidos diversos insultos.

Os suspeitos vão aguardar julgamento em prisão preventiva.

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