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Princesa Diana: Polícia britânica admite falta de “evidências credíveis”

diana 210diana dodi bigNão há “evidências credíveis” que sustentem a tese de que a princesa Diana foi assassinada, revela a polícia britânica. O relatório da Scotland Yard salienta que é impossível dar “credibilidade” ao alegado envolvimento de membros das forças especiais britânicas.

A polícia britânica admitiu publicamente que não há “evidências credíveis” de que membros das forças especiais (SAS, na singla inglesa) estiveram envolvidos na morte de Diana, a ‘princesa do povo’, em 1997. Em comunicado, as autoridades salientam que os novos “dados” foram analisados e não apresentam “credibilidade” suficiente para apoiar uma tese de assassinato.

“A Scotland Yard recebeu no dia 16 de agosto de 2013 elementos sobre a morte da princesa Diana e de Dodi Al Fayed”, salienta o comunicado de ontem da polícia britânica, que não refere as conclusões. Porém, a Sky News assegurou ter tido acesso ao documento e adiantou que o relatório final aponta a inexistência de “evidências credíveis” sobre o alegado envolvimento de membros das SAS.

“A polícia analisou estes dados para avaliar sua pertinência e credibilidade”, reforçou o texto da Scotland Yard: “esta análise está concluída. O subcomissário Mark Rowley escreveu e entregou um relatório a todas as partes”.

As investigações terão começado em agosto, altura em a polícia britânica admitiu estar “examinando dados recentemente comunicados” sobre o acidente de carro que, a 31 de agosto de 1997, tirou a vida à princesa Diana, a Dodi Al-Fayed e ao motorista Henri Paul. O único sobrevivente foi o guarda-costas do casal, Trevor Rees-Jones, o que levou a imprensa a noticiar um alegado envolvimento das SAS.

O relatório oficial, realizado em conjunto pelas polícias britânica e francesa, apontou como causa do acidente o estado de embriaguez do motorista, que conduzia a alta velocidade para escapar aos paparazzi que seguiam a viatura.

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