Tecnologia

Primeiras imagens do Philae a partir do cometa 67/P enviadas, apesar de aterragem atribulada

philae 210 As primeiras imagens do Philae já foram enviadas à Terra, depois de uma aterragem atribulada, no cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko. Dois arpões que iriam prender a sonda na superfície do cometa não funcionaram, assim como um sistema para fixar o Philae, segundo adianta a Efe.

Apesar da aterragem difícil e com falhas, o módulo Philae já começou a enviar as primeiras imagens a partir do cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko.

A sonda Philae irá permanecer nos próximos meses no cometa, numa missão histórica que tem como objetivo analisar aquele corpo celeste, de acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA).

A sonda Philae aterrou num cometa e superou (com sucesso) mais uma etapa de uma missão histórica, que pretende perceber a origem na vida no planeta Terra.

Não obstante estas dificuldades na aterragem, a missão não está em risco. E as primeiras imagens começam a chegar.

Esta é a primeira vez que um objeto construído no Planeta Azul é transportado para um cometa, neste caso a cerca de 500 milhões de quilómetros da Terra, onde se situa o 67P/Churyumov-Gerasimenko.

“Já estamos no cometa. E sentimo-nos muito felizes. Este é um grande passo para a civilização humana”, afirmou Jean-Jacques Dordain, diretor-geral da ESA, ao som de aplausos de quem acompanhou o percurso do Philae até àquele cometa.

Durante os próximos meses, a sonda Philae permanecerá naquele corpo celeste, de acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA)

Além da origem da Terra, o módulo Philae permitirá estudar a composição dos cometas e o modo como o Sol os influencia. Trata-se de uma das mais importantes missões jamais realizadas pelo Homem.

Dez anos após o lançamento da sonda Rosetta, que se encontra a 6,5 mil milhões de quilómetros da Terra, o Philae foi separado num módulo que pousou no mesmo cometa.

De acordo com os planos traçados pela ESA, o módulo espacial Philae seguiu em queda livre, depois de se separar da sonda Rosetta.

A aterragem do Philae representa uma primeira vez na ‘conquista do Espaço’, já que nunca antes o Homem conseguira colocar nenhum objeto num cometa.

O Philae vai permitir explorar o núcleo do cometa que viaja entre as órbitas de Júpiter de Marte. O módulo tem quatro quilómetros de diâmetro e uma forma irregular.

Em destaque

Subir