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Presidente da República Democrática do Congo quer por fim aos atos de corrupção

O Presidente da República Democrática do Congo (RDCongo), Félix Tshisekedi, anunciou quinta-feira que vai por fim aos “corruptos, intocáveis e corrompidos”, garantindo que vai a “grande e a pequena corrupção”.

A corrupção envolve tanto “funcionários subalternos”, como “os membros dos mais altos escalões do Estado”, disse o Presidente, num discurso em Kinshasa, por ocasião do Dia Africano contra a Corrupção.

“Para muitas grandes empresas, os elevados custos da corrupção continuam a ser menores que os custos da ética empresarial”, insistiu.

Félix Tshisekedi considerou que muitas empresas, de áreas com a mineração, madeiras ou telecomunicações, têm “pouco interesse” em que exista transparência nos concursos.

O chefe de Estado, que tomou posse a 24 de janeiro, anunciou a sua intenção de ratificar a convenção da União Africana contra a corrupção, para “permitir que a RDCongo possa recuperar os ativos e produtos da corrupção espalhados em paraísos fiscais”.

O Presidente anunciou ainda a criação “em breve dentro do (seu) gabinete de um serviço especializado designado coordenação para a mudança de mentalidades”.

Félix Tshisekedi deixou uma mensagem contra os “intocáveis corruptores e corrompidos”, garantindo que no seu mandato vão ser chamados à justiça, com uma “aplicação rigorosa da lei”.

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