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“Polvo da censura está a tomar conta de Portugal”, avisa Maria Vieira

A ‘censura’ de Alexandre Frota na TVI, que tem sido “arrasada e ofendida” pela entrevista a Mário Machado, serviu para Maria Vieira uma cultura de “intolerância e socialismo ditatorial” que ameaça a democracia.

Amiga do ator brasileiro, recentemente eleito deputado federal pelo PSL (o partido de Jair Bolsonaro), a ‘parrachita’ não foi meiga nas críticas ao saber que, depois de amplamente divulgado, Alexandre Frota acabou por não estar presente no ‘Você na TV’.

Elogiando Frota, um homem “muito simpático, muito educado e muito humilde”, Maria Vieira demonstrou estar preocupada com “a súbita decisão da TVI, que de um dia para o outro cancela a presença sem qualquer tipo de explicação”.

“Quando penso que a Marine Le Pen foi impedida pela esquerda de discursar na Web Summit e que o Manuel Luís Goucha e a TVI foram arrasados e ofendidos apenas por terem permitido ao Mário Machado (…) ter o seu direito à liberdade de expressão e de opinião, fico realmente com a sensação de que o Polvo da Censura está tomando conta do nosso país”, argumentou.

Segundo a atriz, em Portugal, as pessoas “conservadoras ou de direita estão sendo ostracizadas, silenciadas e afastadas da sua atividade profissional”.

E Maria Vieira dá até um exemplo: ela própria.

“Não sou convidada para trabalhar no meu próprio país desde que assumi publicamente a minha satisfação pela eleição de Donald Trump e a minha posição politicamente conservadora e comprometida com a direita democrática”, alegou.

A ‘parrachita’ teme pelo futuro de Portugal, “pela liberdade e pela democracia que considero deveras ameaçadas pela intolerância, pela censura e pelo socialismo ditatorial”, que a cada dia “vai incutindo o medo de sermos livres num país que lá atrás, em Abril de 1974, escolheu ser mais livre”.

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