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Polícia divulga fotos da biblioteca da Escola da Fontinha para provar que não está destruída

Numa nota enviada às redações, a Polícia Municipal do Porto desmente que a biblioteca que funcionava na antiga Escola da Fontinha, no âmbito do coletivo Es.Col.A, tenha sido destruída pelas forças de segurança. O comando portuense garante que apenas cumpriu a obrigação profissional. E divulgou uma imagem que comprova o estado daquele espaço.

O comando da polícia do Porto lamenta a publicação de “mentiras” por parte de alguns órgãos de comunicação social, “de forma leviana”, e assegura que a biblioteca da Escola da Fontinha, onde funcionava o o projeto social Es.Col.A se encontra “intacta”.

“A comunicação social tem vindo a noticiar que a Polícia Municipal teria destruído equipamentos pessoais e de apoio social da Escola da Fontinha, na altura em que a polícia foi obrigada a desocupar coercivamente o local”, refere a nota divulgada pela imprensa.

Uma reportagem da RTP em direto, na manhã desta quinta-feira, exatamente a partir da biblioteca, demonstra alguns equipamentos – monitores de computadores – destruídos. Todos os livros e restantes materiais, no entanto, encontravam-se intactos, no devido lugar.

Aliás, a polícia fez chegar às redações uma fotografia que atesta o estado em que se encontra a biblioteca. Nessa imagem pode comprovar-se o estado em que se encontra a biblioteca do projeto Es.Col.A.

Neste comunicado, o Comando da Polícia Municipal do Porto adianta ainda que a desocupação da antiga escola da Fontinha resulta de uma “reposição da legalidade”, sendo que as autoridades apenas cumpriram a sua “obrigação profissional”.

“A Polícia Municipal, assim como todos os elementos envolvidos na desocupação, apenas se limitaram a desobstruir os locais de acesso para permitir a circulação no interior da escola”, esclarece ainda o comunicado do comando do Porto.

As autoridades revelam ainda que retiraram apenas alguns materiais, “devido ao estado de deterioração”.

Recorde-se que o coletivo Es.Col.A foi despejado da escola da Fontinha. A autorização para ocupar aquele espaço terminara em março e, não obstante o trabalho realizado em prol da comunidade local, a Câmara Municipal do Porto não renovou do acordo, o que levou a PSP a cumprir a ordem de despejo.

O Es.Col.A ocupava o espaço que não lhe pertencia, no âmbito de um projeto de reabilitação do edifício e de dinamização sociocultural do bairro. Falhado o acordo com a Câmara do Porto para a continuidade da iniciativa, as autoridades procederam a um despejo.

A Câmara do Porto “questiona se o movimento estará realmente interessado em promover qualquer atividade comunitária, ou apenas em provocar distúrbios e desafiar as instituições”. A autarquia acredita nesta segunda hipótese, em virtude do “vídeo ameaçador” que estava a ser divulgado na Internet.

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