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Pódio de Rafael Lobato dá ânimo às hostes da Peugeot no ‘Nacional’ de Velocidade

Não foi fácil o fim de semana de Rafael Lobato e Francisco Abreu em Braga, onde se disputou mais uma ronda do Campeonato de Portugal de Velocidade Turismos TCR.

A prova inserida no Racing Weekend organizada pelo CAMI Motorsport no Circuito Vasco foi cheia de desafios para os dois pilotos da Peugeot Portugal, que se debateram com alguns problemas nos treinos de sexta-feira e sábado. Esses percalços acabaram por ter impacto na qualificação de Abreu e Lobato, que contudo lutaram para mitigar essas dificuldades e acabaram por manter a equipa do Peugeor 308 TCR no segundo lugar do campeonato.

Fotos: Nuno Organista

O piloto madeirense foi o primeiro a entrar em ação, e com a ajuda da equipa técnica da Sports & You acabou por encontrar um ‘set-up’ para o carro azul mais adequado para as características do traçado minhoto. Francisco Abreu partiu bem, mas um pequeno deslize acabou por ‘atirá-lo’ para o quinto posto. Depois o asfalto abrasivo do Circuito Vasco Sameiro e as altas temperaturas dificultaram-lhe a tarefa, pelo que apesar do seu empenho acabaria por cortar a meta na quarta posição, mas muito perto do segundo classificado.

Consegui um bom arranque, mas os meus rivais estavam todos ao ataque e, num erro de condução, perdi alguns segundos preciso, tendo mesmo rodando na quinta posição durante algum tempo. Mesmo assim, e com os pneus a acusarem um certo desgaste, devido ao calor e ao traçado, ainda consegui encetar uma fase de recuperação que me permitiu andar mesmo ‘em cima’ do terceiro lugar”, referiu no final o piloto madeirense.

Já a prova de Rafael Lobato na segunda corrida foi marcada por uma largada fulgurante, que o guindou rapidamente ao terceiro posto e pouco depois à segunda posição, que lograria manter até final.

Arranquei bem e senti que o carro estava a responder bem a praticamente tudo o que eu lhe exigia. Por isso, senti que estava na hora de atacar e consegui passar para segundo, com o objetivo de pressionar o mais possível o comandante, mas esta pista é mesmo muito difícil para quem quer atacar e ultrapassar”, contou o jovem piloto de Vila Real.

Rafael Lobato salienta também, que “o asfalto estava mesmo muito quente e o desgaste dos pneus é quase fulminante, tanto mais que a maioria das curvas é para a esquerda e todas são muito longas, acelerando ainda mais a degradação dos pneus do lado direito”. Pelo que sente “uma boa dose de satisfação” porque a equipa foi competitiva e “o carro esteve bem em termos de comportamento e fiabilidade”.

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