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Pinto da Costa e a arbitragem do ‘clássico’: “Os meus jogadores queixam-se que há dois penáltis por assinalar”

PintodacostaAs críticas à arbitragem feitas pelo Benfica são contrariadas por Pinto da Costa, que prefere enaltecer o espírito combativo do FC Porto no ‘clássico’ da Luz e relembra que os ‘dragões’ queixam-se “de dois penáltis não assinalados”.

Bem disposto com o triunfo, e cada vez mais esperançado na revalidação do título, Pinto da Costa realça o excelente espectáculo proporcionado pelas duas equipas e relega para segundo plano alguns lances mais polémicos, nomeadamente o lance que decide a partida:

“Árbitro? Os meus jogadores queixam-se que há dois penáltis por assinalar, sobre o Hulk, no início, e outro na fase final provocado por Cardozo”. E ficou por aqui quanto a arbitragem.

Quanto ao passo dado ontem pelo FC Porto rumo ao título, Pinto da Costa diz que teve sempre esperança na revalidação do mesmo: “Se tinha antes quando estávamos a cinco pontos não hei-de ter agora?”.

Sobre a partida propriamente dita, o presidente dos ‘dragões’ salientou “o bom jogo” considerando que “o FC Porto venceu com mérito”.

A leitura de Pinto da Costa sobre o ‘clássico’ também se foca no sacrifício de alguns jogadores, nomeadamente do internacional colombiano, James Rodriguez:

“A entrada do James mudou o jogo, fez um grande sacrifício pois chegou a Lisboa às 9 da manhã do próprio dia do jogo, dormindo no avião que não é a mesma coisa. Não teve descanso”.

O triunfo no recinto do mais directo rival pode ter aberto as portas do título, mas, ainda assim, Pinto da Costa é comedido: “Vencer o campeonato? Não se trata de um sprint, mas sim uma prova de regularidade, são 30 jornadas. Esta vitória era importante mas nada está decidido”.

No que respeita às críticas efusivas que o técnico Vítor Pereira tem recebido, o líder dos ‘azuis e brancos’ desvaloriza: “Críticas ao Vítor Pereira? Há-de haver sempre, quando ganham não têm críticos, quando perdem têm sempre críticos, o Jesus não deixa de ser quem é porque leva três derrotas…”.

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