Ralis

Pedro Meireles satisfeito sem pensar que o campeonato nacional é uma formalidade

PedroMeirelesAcores314PedroMeirelesAcores314 600Apesar de terem cumprido apenas dois dos três dias de prova do Sata Rali Açores – os que pontuavam para o campeonato nacional (CNR) – Pedro Meireles e Mário Castro somaram o seu quarto triunfo consecutivo da temporada. Um feito importante num evento que não lhes foi nada fácil.

O ‘stress’ provocado pela decisão dos comissários desportivo em fazerem os concorrentes do CNR passarem nas classificativas muito depois dos que cumpriam todo o evento foi uma das dificuldades.

Depois, a reposição da ordem natural trouxe mais serenidade à dupla minhota, tanto mais que Ricardo Moura, o seu principal adversário, viria a ter problemas. Contudo a vitória de Pedro Meireles só se concretizou com um toque de Adruzilo Lopes no segundo dia.

Para o piloto de Guimarães a grande ‘arma’ foi a consistência, pois como ele próprio reconhece: “Não foi a ordem de partida que nos prejudicou em relação ao Ricardo Moura antes dele abandonar. Talvez que a diferença fosse menor sem esse ‘handicap”.

Meireles admite que foi para os Açores sem a vitória em mente, devido à natureza do rali: “Estavamos na frente do campeonato por isso não fazia sentido atacarmos. Cabia aos outros fazê-lo. No entanto as coisas acabaram por se proporcionar e tudo correu melhor do que esperavamos. Ainda que no último dia andassemos mais depressa e corressemos riscos”.

No entanto o piloto vimaranense não tem ilusões de que a conquista do título nacional está longe de ser uma formalidade, pois considera que há adversários que poderão estar mais à vontade, nomeadamente em ralis de asfalto. Mas as vitórias também serão mais distribuídas.

“Há quatro ou cinco pilotos que podem, neste momento, vencer provas, podendo ser tudo mais dividido. O que até me poderá favorecer. Mas também poder mais complicado para mim, pois a matemática ajuda alguns deles, que ainda podem ser campeões”, conclui. 

Em destaque

Subir