América do Sul

Passou de professora universitária de Direito para acompanhante de luxo

Após ter sido demitida da universidade onde lecionava a cadeira de Direito Constitucional, a advogada Cláudia de Marchi, com 34 anos, suspendeu a sua inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil, entregou a sua carteira profissional e resolveu mudar-se para Brasília, a capital, para mudar de carreira: tornou-se acompanhante de luxo e diz que só o faz porque gosta e com quem quer.

Para além dos problemas profissionais, Cláudia não estava com sorte no amor também. Teve um casamento destruído e várias tentativas de relacionamentos falhadas.

Foi então que a brasileira se apercebeu de algo: “tanto no casamento como nos meus namoros, o sexo era o que havia de mais especial, então resolvi aproveitar só a cereja do bolo”, conta.

Quando saiu da universidade, Cláudia mudou-se de Mato Grosso para Brasília onde iniciou a nova carreira, em abril do ano passado. No início, cobrava cerca de 153 euros por hora, mas entretanto esse preço subiu para os 184 euros.

A brasileira, em declarações à Folha de S. Paulo, explica que seleciona os seus clientes pela aplicação WhatsApp, revelando que tem “asco” aos que chama “analfabetos funcionais”, assim como não aceita estar com deputados e senadores: “Eles ganham bem, são poderosos, mas não quer dizer que tenham cultura”.

As regalias monetárias é uma vertente da sua profissão, mas Cláudia impõe critérios e tem gosto no que faz: “Eu gosto de sexo. Estou nessa pelo meu prazer também”, dizendo ainda que não tem qualquer vergonha em admitir que é uma profissional do sexo.

 

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