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“Para isto não é preciso mandarem jornalistas. Mandem figurantes”, diz Bruno de Carvalho

O ex-presidente do Sporting já se apresentou, em Monsanto, para ouvir a leitura do acórdão do ataque a Alcochete. Bruno de Carvalho mostrou-se irritado com os jornalistas. “Vocês não percebem nada do que se está passar”, disparou.

À espera do antigo dirigente verde e branco estavam vários jornalistas que ouviram Bruno de Carvalho criticá-los.

Comentando o facto de ter sido veiculado que o Ministério Público pediu a absolvição “por falta de provas”, Bruno de Carvalho referiu que “isso não é trabalho de jornalistas que estão a fazer”.

“Para isto não é preciso mandarem jornalistas. Mandem figurantes. Gostava que começassem a ser jornalistas”, disse, em declarações captadas pela TVI24.

“Não posso estar em casa na véspera e ver na RTP colocarem as minhas palavras truncadas como o ‘é chato’. Isso não é de jornalista. Vocês não percebem nada do que aqui se está passar”.

O ex-presidente leonino disse ainda que será feita justiça.

Os 44 arguidos do processo da invasão à academia do Sporting, em Alcochete, entre quais o ex-presidente do clube Bruno de Carvalho, conhecem hoje a sentença, no Tribunal de Monsanto, em Lisboa.

O antigo presidente Bruno de Carvalho, Nuno Mendes, conhecido por Mustafá e líder da claque Juventude Leonina, e Bruno Jacinto, o oficial de ligação aos adeptos, estão acusados da autoria moral da invasão. 

Nas alegações finais, a procuradora do Ministério Público pediu a absolvição de Bruno de Carvalho e dos outros dois arguidos acusados de autoria moral da invasão à academia, e defendeu penas máximas de cinco anos para a maioria dos arguidos, considerando ainda não provado o crime de terrorismo.

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