Desporto

Onze do ano na gala da FPF gera polémica

O onze do ano de 2017 do futebol português foi anunciado, nesta segunda-feira, na gala ‘Quinas de Ouro’ e conta apenas com jogadores dos chamados três grandes, tendo gerado polémica nas redes sociais.

Numa iniciativa conjunta da Federação Portuguesa de Futebol e do Sindicato dos Jogadores, o onze do ano foi anunciado, depois da votação feita por 904 futebolistas das três principais ligas nacionais.

Da votação resultou um onze do ano de 2017 só com jogadores de Benfica, FC Porto e Sporting.

A escolha final acabou por merecer vários reparos nas redes sociais.

Se é verdade que em cada adepto existe um ‘treinador’, muitos internautas têm destacado o facto deste onze ser formado ‘apenas’ por jogadores de três equipas, as ditas ‘grandes’ do futebol nacional.

Depois, uma das críticas que têm sido mais mencionado está no facto de o Benfica, tetracampeão, ser destes, o clube que menos jogadores ‘dá’ a este onze, em comparação com os rivais.

Existem ainda críticas ao facto de Rui Patrício ter sido eleito, ao contrário de Ederson (ex-Benfica), mas também às ausências do portista Héctor Herrera, do sportinguista Bas Dost e do benfiquista Fejsa neste onze.

Olhando para as escolhas em relação ao ano de 2016, Rui Patrício entrou para o lugar de Ederson, Lindelöf perdeu a ‘vaga’ para Felipe,  Adrien saiu e entrou William Carvalho, tal como Brahimi rendeu Kostas Mitroglou.

A verdade é que foi uma votação e dela resulta uma escolha para o onze do ano de 2017.

E a escolha que tem dado que falar foi esta:

Guarda-redes: Rui Patrício (Sporting)

Defesas: Nélson Semedo (Benfica), Felipe (FC Porto), Sebastián Coates (Sporting) e Alex Telles (FC Porto)

Médios: Danilo Pereira (FC Porto), William Carvalho (Sporting) e Pizzi (Benfica)

Avançados: Gelson Martins (Sporting), Jonas (Benfica) e Brahimi (FC Porto).

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