Jair Bolsonaro acusou Sergio Moro, ex-ministro da Justiça do Brasil, de covardia. “Graças a Deus ficámos livre dele”, afirmou o Bresidente brasileiro.
Em causa estava a divergência entre ambos num aspeto relacionado com a gestão da pandemia, que Bolsonaro chegou a classificar como “gripezinha”.
De acordo com o chefe de Estado, Sergio Moro queria deter e multar quem não cumprisse o isolamento social, contrariando a ideologia do Governo de manter a economia a funcionar.
“Por isso, naquela reunião secreta [ministerial, divulgada pelo Supremo], o Moro, de forma covarde, ficou calado. Ele queria ainda uma portaria que multasse quem estivesse na rua. Essa era a pessoa que estava lá, perfeitamente alinhada com outra ideologia que não era a nossa”, afirmou Bolsonaro, durante um comício em Brasília.
“Vocês estão a entender um pouquinho sobre quem estava no meu lado”, acrescentou.
“Moro ignorou decretos meus e ignorou a lei, para dificultar a posse e o porte de arma de fogo para cidadão de bem”, concluiu o Presidente do Brasil.
Sergio Moro pediu a demissão no final de abril, acusando Jair Bolsonaro de tentativa de interferência na Polícia Federal, na sequência da demissão do ex-chefe da instituição Maurício Valeixo.
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